Todo começo é cheio de expectativas. Amigos novos, vários professores e todos novos. Material novo. Que este ano seja muito produtivo e cheio de alegrias para todos nós. Vamos aprender e vamos nos divertirmos muito juntos...
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
6º Ano - Escola José Joaquim
Todo começo é cheio de expectativas. Amigos novos, vários professores e todos novos. Material novo. Que este ano seja muito produtivo e cheio de alegrias para todos nós. Vamos aprender e vamos nos divertirmos muito juntos...
Início do Ano Letivo - 2016
E.E. JOSÉ JOAQUIM - Ensino Fundamental e Médio
Início em 15 de fevereiro
Mais um ano juntos: SEJAM BEM-VINDOS
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Notificações
E.E.E.M.ORLANDO VENÂNCIO DOS SANTOS
MINHAS TURMAS DA DISCIPLINA GEOGRAFIA:
1ª séries "B","D" e "F" e 3ª séries "A","B" e "C"
Link que possibilita o folhear do livro didático digital: "Geografia Geral e do Brasil", de Eustáquio de Sene e João Carlos Moreira
http://suburbanodigital.blogspot.com.br/2013/01/livro-didatico-digital-geografia-ensino.html
Iniciando o ano letivo de 2016
SEJAM TODOS BEM-VINDOS
Alunos da E.E.E.M. Orlando Venâncio dos Santos
ESCOLA CIDADÃ INTEGRADA
4ª Gerência - Estado da Paraíba
sábado, 21 de fevereiro de 2015
A Geografia como Ciência da Sociedade
Como
a geografia objetiva o estudo da sociedade? Ou seja, qual é a objetivação da
geografia que, sem deixar de ser uma ciência social, distingue-se da história,
antropologia, economia e sociologia, todas elas também ciências sociais?
O
longo processo de organização e reorganização da sociedade deu-se concomitantemente
à transformação da natureza primitiva em campos, cidades, estradas de ferro,
minas, voçorocas, parques nacionais, shopping
centers, etc. Estas obras do homem são as suas marcas apresentando um
determinado padrão de localização que é próprio a cada sociedade. Organizadas
espacialmente, constituem o espaço do homem, a organização espacial da
sociedade ou, simplesmente, o espaço geográfico. A objetivação do estudo da
sociedade pela geografia faz-se através de sua organização espacial, enquanto as outras ciências sociais concretas
estudam-na através de outras objetivações. A geografia estuda o espaço,
constituído pelas formas naturais e pelas que foram criadas pelo trabalho
humano, em conjunto com as relações que ocorrem na vida em sociedade. O espaço é
analisado levando em conta os lugares, as regiões, os territórios e as
paisagens. As relações sociais, econômicas e culturais explicam a sua dinâmica,
o seu constante processo de transformação.
A
humanidade sempre questionou e tentou entender o que acontecia a sua volta.
No
período do nomadismo as populações
pré-históricas percorreram grandes distâncias e passavam por lugares onde as
estações do ano, a vegetação e os rios eram muito diferentes, o que permitiu um
maior conhecimento da superfície do planeta.
Na
Antiguidade, povos como os fenícios,
assírios e egípcios, eram comerciantes e navegadores. Em busca de novos
territórios e mercados, o conhecimento dos fenômenos naturais e o domínio de
rotas terrestres e marítimas eram necessários.
No Egito
começou a prática de medição de terras e na Grécia foi calculada com relativa
precisão para a época a circunferência da Terra, dividida em meridianos. Chegaram
à conclusão que a Terra é redonda. Hiparco (a.C.) criou o sistema de
coordenadas geográficas. Ptolomeu propôs o Sistema
Geocêntrico, em que a Terra seria o centro do Universo e o Sol, os planetas
e as estrelas girariam ao seu redor. Após 1500 anos, Copérnico elaborou a Teoria Heliocêntrica contradizendo
Ptolomeu. A obra de Ptolomeu, “A Geografia”, constituída como primeiro Atlas,
pois mapeava o mundo, fornecia a latitude e a longitude de lugares importantes.
Os
romanos aproveitaram os conhecimentos gregos e com a decadência do Império
Romano, foram os árabes que herdaram a Geografia grega.
Durante
a Idade Média, as respostas para os questionamentos a respeito do mundo
passaram a ser fornecidas pela religião. A Geografia perdeu força e quase
desapareceu do mundo ocidental nesse período.
Durante
o século XIII os europeus conheciam o norte da África e o Oriente Médio. E os
islâmicos desde o século VII dominavam parte da Ásia, da África e da Europa.
No
final da Idade Média, o comércio antes restrito ao interior dos feudos começou
a ser reativado e se expandiu. As cidades também cresciam. As cruzadas, que
tinham como objetivos a expulsão dos muçulmanos da Palestina, contribuíram para
a expansão européia em direção ao Oriente e para um maior conhecimento
asiático.
Nos
séculos XV e XVI, época das Grandes Navegações e explorações, melhoramento de
embarcações e instrumentos de navegação como a bússola, o astrolábio e a
confecção de mapas permitiram alargamento do horizonte geográfico. Vale lembrar
de Bartolomeu Dias, Vasco da Gama, Cristóvão Colombo e Fernão de Magalhães.
Os
relatos dos viajantes descrevendo clima, vegetação relevo povos tinham um
caráter descritivo. Por esse motivo até o final do século XVIII não se pode
falar em Geografia como uma ciência.
A partir do século XVI, com a
formação das novas colônias e com o impulso do comércio colonial, os países
europeus passaram a substituir as expedições exploradoras por expedições que
descobriam os recursos naturais. No século XVIII terras desconhecidas foram
visitadas, tais como a Oceania e norte da Ásia. Estudiosos começaram a buscar a
relação entre a humanidade e o meio ambiente.
No
século XIX praticamente todas as regiões do mundo já eram conhecidas.
A
Geografia começou a se estruturar como ciência na Alemanha, com Humboldt e
Ritter. E a Geografia passou a explicar fenômenos tornando-se uma ciência. No
século XIX, é reconhecida.
Augusto
Comte desenvolve o positivismo que afirma que a ciência deveria deixar de
especular sobre a origem dos fenômenos e se apoiar apenas na observação, na
experimentação e na comparação de resultados. Com o positivismo, a descrição, a
enumeração e a classificação dos fatos novamente assumem um papel importante,
influenciando a chamada Geografia Tradicional. A Humanidade na época é apenas
um elemento da paisagem e as relações sociais são pouco valorizadas.
A
partir de observações das espécies, de suas mudanças e variações, Lamarck e
Darwin elaboraram a Teoria
Evolucionista.
Recebendo forte
influência do Positivismo e da teoria evolucionista de Darwin, desenvolveu-se
na Alemanha, com Ratzel, o determinismo
geográfico, que sustentava que as condições ambientais, em especial o
clima, são capazes de influenciar o desenvolvimento intelectual e cultural das
pessoas. Esta teoria afirmava que nas áreas temperadas à humanidade teria um
desenvolvimento mais elevado do que nas áreas tropicais, quentes e úmidas.
A
Teoria Determinista tentava explicar e justificar os deslocamentos e as
conquistas dos povos. Afirmava que os grupos humanos, ao crescer, tendem a
alargar os seus territórios, ocupando territórios vizinhos. Reforçou uma idéia
– já comum nos países conquistadores – de supremacia racial que entende que um
povo ou uma determinada etnia é superior à outra e influenciou a expansão
nazista alemã.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Correntes ou Escolas e Princípios da Geografia.
Na tentativa
de explicar o relacionamento do ser humano com o meio ambiente, os cientistas
agruparam-se em escolas principais, as quais defendem diferentes concepções.
O positivismo influenciou a primeira
corrente ou escola geográfica, o determinismo,
que afirmava que o “homem é produto do meio”. Esta escola desenvolveu-se na
Alemanha, com Ratzel, no século XIX..Ele estabeleceu as bases para a Geografia
Humana. Desenvolveu o conceito de território e elaborou o conceito de “espaço
vital”, no qual haveria uma relação entre uma determinada população e os
recursos disponíveis em seu território. Assim, se o território se mostrasse
insuficiente para suprir as necessidades dessa população, o progresso natural
seria a apropriação de novos territórios. Na realidade, esta teoria justificava
a expansão imperialista da época.
Em reação ao
determinismo, a Escola Francesa, com Paul Vidal de La Blache , lançou o possibilismo que afirmava que as
pessoas poderiam atuar no meio, modificando-o e determinando o seu
desenvolvimento, ou seja, o meio natural oferece um conjunto de possibilidades,
e sua utilização depende dos hábitos e das técnicas diferenciados e do desenvolvimento
histórico de cada sociedade. O que diferenciaria as sociedades seriam os modos
de produção diversificados. A circulação e o comércio permitiriam contatos e a
difusão de técnicas e hábitos.
O mundo se
modificou durante o século XX. O desenvolvimento de idéias, as duas Guerras
Mundiais, o surgimento dos países socialistas e capitalistas e a revolução
tecnológica são algumas dessas mudanças.
Assim
aconteceu também no campo das idéias. Muitas correntes de pensamento
geográficas se sucederam, procurando melhor definir essa ciência.
O desejo de
fazer da Geografia um estudo mais científico, levou à doação da estatística e
da matemática como recursos de apoio. A chamada Geografia Quantitativa propunha a criação de modelos e fórmulas
matemáticas para melhor explicar os fenômenos. Ela foi muito criticada porque
seus modelos não poderiam levar em conta todos os aspectos da realidade, sendo
insuficientes para explica-la; além do mais, ela não se preocupava com a
resolução dos problemas sociais.
A segunda
metade do século XX foi marcada por revoluções, confrontos, movimentos de
libertação e questionamentos do sistema mundial de dominação. A gritante
desigualdade na distribuição da riqueza pelos países do mundo e no interior
deles, o atraso econômico em que vivem diversas nações subdesenvolvidas do
planeta foram fatos analisados historicamente e relacionados com os conflitos
que ocorriam no interior das classes sociais e com a dominação colonialista.
Yves Lacoste,
em seu livro “A Geografia – Isso serve, em primeiro lugar, para fazer a
guerra”, faz uma crítica à Geografia tradicional, dizendo que ela sempre
existiu a serviço da dominação e do poder.
Outros
geógrafos, como Pierre George, passaram a questionar o papel assumido até então
pela Geografia Tradicional: o de explicação e justificação das ideologias
dominantes. Surgiram correntes críticas mais comprometidas com mudanças e
propostas de transformações sociais, que passam a propor uma Geografia mais
atuante, que possa oferecer instrumentos para a compreensão e a intervenção na
realidade social. É a chamada Geografia
Marxista ou Crítica.
O centro das
preocupações passa a ser as relações entre a sociedade, o trabalho e a
natureza, na apropriação dos recursos e na produção de espaços diferenciados. A
Geografia assume um caráter politizador e de denúncias.
Hoje, a
Geografia se propõe muito mais do que somente descrever paisagens e passa por
um processo de renovação.
A Geografia, como ciência tem princípios, que são:
·
Causalidade
– Elaborado por Alexandre Humboldt, que imbuído das idéias positivistas
afirmava que a Geografia não deveria especular à origem dos fenômenos, apenas
observar e procurar as causas e examinar as conseqüências dos fatos observados,
ou seja, explicar o porquê dos fenômenos geográficos.
·
Analogia
- Segundo Karl Ritter e Paul Vidal de La Blache a Geografia deve comparar o fato,
retirando dessa observação as diferenças e semelhanças existentes.
·
Extensão
- Para Friedrich Ratzel, a Geografia deve delimitar o fato, estudando-o e
localizando-o na superfície terrestre.
·
Conexidade
ou Interação - Para Jean
Brunhes, os fatos geográficos não estão isolados.
·
Atividade
- Também de Brunhes, pois ele comprovou terem os fatos geográficos um
caráter dinâmico e mutável.
sábado, 15 de novembro de 2014
Dilma defende maior cooperação entre o grupo do Brics para superar crise
Da Agência
Brasil Por
Alex Rodrigues
A presidenta Dilma Rousseff
defendeu, na noite desta sexta-feira (14), que os países que integram o grupo
do Brics - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - reforcem a cooperação
para superar as atuais dificuldades econômicas mundiais. Durante reunião com os
chefes de Estado do Brics, a presidente destacou que o quadro econômico mundial
não melhorou conforme o ritmo previsto durante o último encontro do grupo, em
Fortaleza (CE).
“Infelizmente, a situação da
economia mundial não avançou muito desde julho. Chegamos ao final de 2014 vendo
frustradas nossas expectativas iniciais de recuperação da economia mundial”,
declarou Dilma. “Os países avançados não conseguiram uma recuperação
consistente e o comércio internacional não cresce o suficiente para estimular
os países emergentes. Pelo contrário. Estamos assistindo a uma queda do preço
das commodities que sinaliza o enfraquecimento da economia internacional e vai
comprometer a renda e o crescimento de alguns [países] emergentes”, completou a
presidenta.
De acordo com Dilma, a queda
no preço das commodities - produtos primários com cotação internacional -
reflete “uma reacomodação da economia mundial” às perspectivas de futura alta
do dólar americano.
Defendendo a importância dos
países avançados recomporem sua demanda interna aos níveis anteriores ao início
da atual crise econômica mundial, “em vez de tentarem resolver seus problemas
ampliando suas exportações”, a presidenta destacou a importância da aprovação
de criação do Banco de Desenvolvimento do Brics e do Acordo Contingente de
Reservas. “Fundamentais para potencializar nossa atuação econômica e
financeira”, acrescentou.
Assinar:
Postagens (Atom)




